Dia do Trabalhador
No dia 1º deste mês comemorou-se o Dia do Trabalhador. Trabalho que traz dignidade, honra pessoal para todo e qualquer trabalhador que exerce sua função com zelo e dedicação. Todavia, infelizmente em nosso País neste momento nem dá para comemorar, pois sabemos que há mais de 13 milhões de pessoas desempregadas atualmente, o que é lamentável sob todos os aspectos, até porque o trabalho não é apenas dignificante como dito acima, mas também e, sobretudo, necessário para a própria sustinência e tudo o mais para proporcionar o bem-estar da pessoa. Em outras palavras dá para dizer: ninguém vive sem trabalho, isso corresponde à verdade? Não. Até porque, há pessoas que não precisam trabalhar ou se precisam não trabalham, exemplo disso são as pessoas que se aglomeram e fazem vigílias em frente ao prédio da Polícia Federal em Curitiba onde o ex-presidente Lula está preso. Esse pessoal não trabalha? Como vivem? De onde vem renda numerária para a sobrevivência? Qual o milagre disso? Não possuem obrigações? São todos desempregados? Afinal, qual é o milagre de suas sobrevivências? Quem custeia suas locomoções, estadias e tudo o mais? Isto tudo me faz lembrar uma "piada sobre político: "como político fiz tudo que pude; consegui emprego para minha mulher, meus dois filhos, três sobrinhos, um genro, duas tias e minha vovozinha!"
Antonio Francisco da Silva (advogado) – Ibiporã (PR)

Desabamento
O desabamento do prédio em São Paulo só mostra a forma como os pobres são tratados neste País, que tratam as pessoas pela classe social e cor da pele, pois certamente nenhum bacana morava ali, arriscando sua vida, apenas eles têm terrenos para especulação imobiliária. Ouvi dizer que no Brasil eles tentam jogar os pobres para a periferia, pois se não fosse assim seria fácil fazer um prédio de 40 andares, sem direito à venda, apenas com aluguel social, afinal sabemos que os sem-teto também têm uma parcela de culpa. Quando o poder público não tem compromisso com os abandonados o resultado é este. Quem não perdeu a vida agora vai perder a chance de ficar no centro da capital, porque lugar de pobre é na periferia. Este conceito do século passado em outros países é atualíssimo para país de terceiro mundo. Seria nosso caso?
Manoel José Rodrigues (assistente administrativo)- Alvorada do Sul (PR)


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