Segurança pública
Tenho acompanhado o aumento de policiais prestando serviços de segurança privada em supermercados, postos de gasolina, e em um destes estabelecimentos, policiais não só fazem a segurança do ambiente comercial, fazem a vigilância de ruas paralelas ao comércio com intuito de evitar que frequentadores façam o uso de bebidas alcoólicas no entorno do comércio, empurrando-os para uma rua paralela, criando no local um ambiente sem ordem e sem lei. Pessoas consumindo álcool e drogas, uma questão de saúde e segurança pública, corre-se o risco de o local se transformar em uma cracolândia pé-vermelho. Abordo aqui dois problemas: um de segurança pública e outro de desvio de função. Policiais da ativa e da reserva fazendo segurança privada, um perigo à manutenção da segurança pública, um passo importante para a criação de milícias policiais que tanto atormenta um estado brasileiro. Relatos dizem que milícias nasceram de policiais a serviço de segurança privada, e o resultado é de conhecimento de todos: violência e mais violência. A segurança privada deve ser feita por seguranças privados! O Estado tem que dar condições a estes policiais para que possam em seus horários de folga estarem junto a seus familiares e não em trabalhos exaustivos que podem refletir até na execução de seu trabalho quando estiverem, aí sim, a serviço da comunidade!
LUIZ FURTADO (vendedor) - Londrina

Mais uma 'meia-sola'
Não é com essa gente que atualmente nos governa, que toma as decisões no STF e que formula as leis no Congresso que regem a vida dos brasileiros, que vamos moralizar o País. As reformas prementes que precisamos não acontecem porque há clara e explícita mancomunação entre os três poderes. Há uma cumplicidade recíproca entre os que cometem crime e, protegidos por vários escudos, nunca são julgados, gerando impunidade que realimenta cada vez mais a corrupção. Em suma, não querem cortar na própria carne as suas mordomias, deixar que seus crimes sejam julgados imparcialmente e agir com honestidade para o bem dos brasileiros. Assim, as recentes restrições impostas ao vergonhoso e repugnante foro privilegiado são mais um "faz de conta" e vão permitir que os ladrões detentores de mandatos, sob a égide de alguns padrinhos togados, possam continuar cometendo seus crimes, contando com o beneplácito da prescrição ofertada pela inércia e pusilanimidade da nossa Suprema Corte, que no fim da vida desses criminosos ensaia uns dias de cadeia para, logo em seguida, mandá-los de volta para casa, por "problemas humanitários" e de tratamento de saúde. Lamentável!
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina

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