Política: sinônimo de riqueza?
Desde quando começamos a nos interessar pelos princípios da cidadania, isso na adolescência ou até mesmo em algumas crianças, vamos assimilando em nosso subconsciente que políticos são ricos. É normal ouvir dizer: "Lá para os lados da fazenda do governador fulano". Isso soa normal, pois é natural um político ter fazendas ou outros bens, proporcionais ao cargo. Aí vem a indagação: "Se as fortunas são de família, heranças etc., por que se metem em política, em que o salário é irrisório a eles? Ou se são pessoas de classes mais simples, por que ficam ricas? Faço essas indagações a título de ilustrar o texto, pois, é claro, sabemos muito bem a
resposta. Aliás, ultimamente, está explícito nas denúncias de corrupção que,
ao entrar na política, não é o salário que os motiva. A política é sinônimo de enriquecer e isso para eles (políticos) é natural. Tanto que se indignam e não se consideram ladrões ao receber propinas, comissões, agrados. Do que foi dito há exceções? Sim, mas é preciso uma lupa para encontrá-las.

José Roberto Brunassi (advogado) – Londrina

Coreias do Norte e do Sul
Neste mundo avassalado por guerras, atentados terroristas e tantas outras desgraças que vivenciamos no dia a dia, nada mais belo e histórico do que ver os presidentes Kim Jong-un, da Coreia do Norte, e Moon Jae-in, da Coreia do Sul, de mãos dadas, em busca da paz entre as duas nações. Aí é bonito, se não for só um ato momentâneo que, acredito, não seja, pois o povo asiático enxerga bem melhor do que o restante dos humanos do planeta.

Luiz Alberico Piotto (servidor público) – Cambé

Tráfico de drogas
O tráfico de drogas alimenta o crime organizado, que alimenta a corrupção. Uma relação maléfica e nociva. O resultado é a destruição de famílias, um atentado ao estado democrático de direito. Não dá mais para ver esse viciado ciclo de alienação criminosa atacando nossa juventude . É alarmante e perigoso o poder do crime organizado. Está causando um prejuízo incalculável à saúde pública, com hospitais lotados de jovens que se envolvem em crimes dos mais diversos. Cabe aos nossos legisladores promover mudanças no Código Penal. O Estado tem que endurecer com penas severas aos líderes do crime organizado, já que não dispomos da pena capital em nosso regramento jurídico, devemos mantê-los incomunicáveis, em total isolamento. Não só nos prazos hoje previstos no Código Penal e sim fazendo uma nova reforma na lei, punindo-os com penas severas, sem brechas jurídicas.

Luiz Furtado (vendedor) - Londrina

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