Sob o viés da lógica
Atualmente, a sociedade como um todo acaba por ser cerceada de seu sagrado direito de "ir e vir", posto que trancafiados em sua casas dado ao avanço vertiginoso e interminável da falta de segurança pública. Os chamados representantes do povo - Poder Legiferante, seja a nível municipal, estadual ou federal, incumbidos da árdua tarefa de elaboração das leis, como legítimos representantes do povo, muito deles, senão a maioria, é de pouca alfabetização. A par disso, enclausurados em seus luxosos gabinetes com percepção de polpudos salários e completamente alheios a dinâmica da realidade brasileira, têm ignorado por completo a necessidade premente do povo, têm feito e engendrado não raras vezes - normas que desprezam todo um pensamento jurídico já sedimentado e consagrado no seio da população, como é o caso, por exemplo, das Dez Medidas Contra a Corrupção, que até hoje está engavetada no Congresso Nacional sem solução.
ANTONIO FRANCISCO DA SILVA (advogado) – Ibiporã

Caso de Polícia
A política brasileira, que com muito suor estamos sustentando, é um caso de polícia. Um amontoado de partidos que nada de produtivo realiza e apenas serve de cabide de emprego e trampolim para o Legislativo. A começar pela escolha de seus candidatos, todo o desempenhar desses partidos cheira a maracutaia. Suas convenções não fogem da regra, são sempre uma aberração, com cartas marcadas e os figurinhas de sempre. Agora, os intocáveis nos blindam com mais uma pérola. A vereadora Daniela Zober foi expulsa do partido porque votou a favor do aumento do IPTU. É mais uma aberração desses partidos. A vereadora não recebeu sequer um voto desse partido. Será que ao ser eleito, o candidato perde sua identidade e sua maneira de atuar? Então não precisamos de candidatos, as matérias serão votadas pelos próprios partidos. Será que nosso País não possui um órgão com poderes para por um freio nestas baboseiras? Comecemos a rezar!
Wellington Amaral Sampaio (administrador aposentado) – Londrina

Nota da CMTU
Em relação ao título da matéria "Londrina está sem serviço de capina", publicada na edição de hoje (28) no caderno Folha Cidades, a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) registra que o título leva a uma interpretação errada dos leitores, já que passa a sensação de que não está sendo realizado nenhum serviço de capina na cidade. Isto não condiz com a realidade, já que a CMTU dispõe de quatro contratos de capina e apenas um deles está sem empresa terceirizada; o contrato para terrenos particulares. A licitação para a contratação de uma nova empresa está marcada para o dia 3 de abril. Dos outros contratos para a capina, são dois de áreas públicas e um contrato para os lagos e estão em pleno vigor. A programação diária dos locais que o recebem o serviço é publicado no site da CMTU. Ressaltamos que o Código de Postura determina que a responsabilidade do cuidado de um terreno particular é do proprietário e todos já foram notificados em janeiro de 2018 para manterem os locais limpos.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

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