Tropeço do Neymar
Acompanho sempre que posso a bons times jogando, porque gosto mesmo de bons jogos. Estava, portanto, assistindo ao jogo em que Neymar tropeçou em si mesmo (talvez no fisco) e caiu, metodicamente enquadrado em cena, num sofrimento mitológico. Confesso que estranhei na hora o choro, mas, como menino mimado que é, até entendi. Quem nunca chorou ou quis a mãe quando o dedo mindinho (onde mora o tal do 5º metatarso) se enroscou num móvel qualquer? Então. Não sou de conspirar, mas, na hora, elocubrei se não seria uma artimanha para preservar aquele que dizem ser o grande nome da copa (sou mais o Paulinho). Enfim, todo um drama por algo tão mínimo (ou seria por dedo tão mínimo?). E o mundo? O mundo vai... E o Brasil? O Brasil retrocede. E o dedo?

ELIANE VITORINO DE MOURA OLIVEIRA (professora) – Arapiraca (AL)

CAPELA MORTUÁRIA
Dirijo-me ao superintendente da Acesf (Administração dos Cemitérios e Serviços Funerários de Londrina), com a finalidade de lhe comunicar que a capela funerária do Cemitério Padre Anchieta já se tornou muito pequena e quando ocorrem chuvas quem fica do lado de fora não tem onde se abrigar. Portanto, na qualidade de londrinense e proprietário de gavetas neste cemitério, solicito que é necessária a construção de uma cobertura nas laterais da atual capela, para que os visitantes, em tempo de chuvas elevadas, não sofram o que nós sofremos recentemente, com um grande excedente de gente e quase todos se molharam.
ADERALDO INÁCIO RIBEIRO (contabilista) - Londrina

Práticas repetidas
Depois de uma gestão inteira sem boletins de ocorrência, a administração municipal e a Câmara de Vereadores voltam a frequentar as páginas policiais em Londrina. O ufanista Marcelo Belinati assumiu prometendo ser o melhor prefeito da história da cidade. Porém, nocauteado por suspeição de possíveis privilégios autoconcedidos e extensivos a familiares, entrou na mira de investigação do Ministério Público. O "descuido" de Belinati em não se ater preventivamente à irregular situação do seu IPTU e de parentes, justamente no momento em que os londrinenses estão sendo duramente sacrificados pelos novos valores deste imposto, é quase que imperdoável. Já o presidente do legislativo, Mário Takahashi, do alto do seu pedestal de uma pretensa autoridade moral sempre rebateu sistematicamente aqui nesta coluna as críticas recebidas pela Câmara, mesmo quando eram bem fundamentadas. Agora, ironicamente, ele e Rony Alves incorreram nas mesmas e manjadíssimas práticas adotadas por antigos vereadores. É impressionante a repetição da prática de falcatruas por agentes públicos da nossa cidade, mesmo com a forte vigilância do Gaeco. Londrina não merece tantos escândalos, assim!
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina

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