OPINIÃO DO LEITOR
Menos "chororô"
O treinador do LEC, Ricardinho, reclamou em um programa de TV dias atrás, cansaço do elenco pelo excesso de jogos e viagens. Se uma partida de futebol com duração de 90 minutos a cada 4 dias causa tanto cansaço aos jogadores de futebol, e os tenistas que jogam durante 4 a 6 horas cada partida todos os dias? E o vôlei que tem partidas com duração de até quatro horas e são diárias nas grandes competições? Ora Ricardinho, mais trabalho, mais competência e menos "chororô"!
ANTÔNIO CARLOS PESCADOR (autônomo) - Londrina
Extinção dos cobradores
É lamentável e absurda a decisão da nossa digníssima CMTU, quando concorda com a extinção dos cobradores do transporte coletivo e acumula tal função para o motorista! Infelizmente a companhia de transporte bem como nossa cidade não está preparada tecnologicamente para o passo que foi dado. Para isso deveríamos ter disponível alguns conceitos smart cities, como venda de bilhetes em cada ponto de ônibus, em máquinas autosserviços ou outra solução aplicável que dispense o motorista de fazer a função do cobrador. O que acontece quando um agente da CMTU observa que um motorista de um carro qualquer confere a tela de seu celular enquanto dirige ou enquanto parado no semáforo? E não precisa ser somente o celular não, basta uma distração qualquer e é o suficiente para a aplicação da multa. Enquanto isso o motorista de ônibus ganha o pleno direito, ou dever de receber o dinheiro da passagem, dar troco, organizar seu caixa e tudo isso enquanto dirige. Decisão mal pensada, prefiro assim conceituar. Não quero nem pensar no aumento do índice de acidentes com transporte coletivo, no acúmulo de funções para o motorista, nos reflexos dos atrasos para os usuários, e no conto da carochinha prometido aos cobradores, que receberão seus salários até mesmo sem fazer nada na empresa. Me diz: qual empresa sustenta uma classe inteira de funcionários parados? Fica aí mais um relato das incoerências que nos são impostas pouco a pouco. Para com isso gente !
ARLEY ABUSSAFI (administrador de empresas) - Londrina
Quem gasta o que tem fica sem
Se uma pessoa faz tudo certo e dando errado ela pede dinheiro é certo ajudá-la. Afinal, ninguém está livre de revezes. Mas, se gasta desmedidamente, na dificuldade é certo ela vir buscar de quem passou vontades para economizar? Pois é, o Rio não fez ajustes fiscais para pegar empréstimo federal, seus servidores por anos a fio ganharam mais que a média com a permissão da população, gastaram fábulas em eventos, e agora é justo o Brasil todo pagar pela segurança no Rio? É como a Petrobras que quer incluir dispositivo que garanta ressarcimento pelo governo federal em caso de prejuízo. Na prática, se der lucro é dos acionistas e se der prejuízo divide-se com a sociedade. Se não perceberam, pagamos absurdo na gasolina para pagar os desvios que deveriam ter sido evitados pela própria Petrobras.
ILDO YUKIO MARUBAYASHI (agricultor) - Londrina
Plano Diretor de Londrina
Os atos supostamente praticados pelos vereadores Mario Takahashi e Rony Alves e outros personagens, nos episódios intitulados ZR3 pelo GAECO, vão além de possíveis práticas de corrupção e quebra de decoro parlamentar. O Plano Diretor de Londrina, quando elaborado manteve amplo diálogo com a sociedade. Nas diversas plenárias, houve maciça participação de engenheiros, urbanistas, empreendedores imobiliários, comunidades, entre outros. Todas as questões referentes ao futuro da urbanização da cidade foram debatidos e aprovados por votação. Logo, essas alterações devem ser amplamente debatidas, antes do legislativo, por um conselho legítimo, isento de interesses e à luz do Plano Diretor, respeitando a coletividade de sua fundamentação. Vão além, entretanto, porque percebe-se que os EIVs não vêm atendendo às propostas do Plano. Cito o Hospital do Coração da Avenida Ademar de Barros. Onde está o estacionamento da entidade? Onde foi empregado o valor pago pelo impacto de vizinhança? Na vizinhança é que não foi.
IZAIAS BITENCOURT MORAES (contador) - Londrina
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