OPINIÃO DO LEITOR
Tubarão atacou no Rio
A Folha de Londrina do último fim de semana me levou ao passado com a reportagem do jornalista Vitor Ogawa, "Há 40 anos um tubarão atacou no Rio". Infelizmente, não estive em São Januário, mas assisti o jogo pela TV e ouvi na Rádio Paiquerê. Jamais vou me esquecer desse jogo, desses jogadores, em especial do nosso maior ídolo, o nosso bem amado Carlos Alberto Garcia, que foi condecorado em 2017 com a mais alta honraria do Estado, a Ordem Estadual do Pinheiro, por indicação do governador Beto Richa. Entendo que essa reportagem poderia ser utilizada pela diretoria do LEC para mostrar ao atual elenco a grandeza do futebol londrinense, e mais, o "Comendador Garcia" poderia ser convidado para uma palestra motivacional para o jogo contra o Ceará na próxima quarta-feira. Parabéns, Folha de Londrina, jornalista Vitor Ogawa e Carlos Alberto Garcia.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) Londrina
Diferença abismal
Nós, como membros sofredores de uma sociedade dependente, deparamos com a diferença gritante que existe entra as prestadoras de serviços públicas e privadas. Enquanto nas privadas podemos gritar, brigar e até dispensar quando o serviço for supervalorizado e abusivo, nas públicas isto não existe. Nas prestadoras do governo somos amordaçados e olhos vendados, pois não temos meios de saber se estamos sendo ludibriados e não temos a quem reclamar. Estas prestadoras, que geralmente são dirigidas por políticos inexperientes e muitas vezes corruptos, deitam e rolam na nossa ignorância. No setor privado, a experiência é o fator principal. No setor público este fator é comumente dispensável, pois se falta dinheiro a solução é simples e também corriqueira "aumento do desserviço e também de imposto", pois os burrinhos de sempre estão aí para pagar a conta e suprir aquilo que nos falta.
WELLINGTON AMARAL SAMPAIO (administrador aposentado) - Londrina
Intervenção só no Rio?
Urge que se faça intervenção militar não só no Rio de Janeiro, mas também em alguns Estados onde a Segurança Pública simplesmente inexiste. Que democracia é essa que a polícia fica impedida de entrar em determinados bairros e regiões de cidades deste nosso Brasil de meu Deus!? Se a autoridade não usar de suas prerrogativas legais e reais, no sentido de "tolerância zero" no tocante a corrupção/criminalidade, em todos os sentidos, jamais seremos um país de verdade. Essa de Comando Vermelho, Comando da Capital, Comando do Nordeste etc., precisam ser exterminados de vez. Só devemos aceitar o Comando Institucional das Forças Armadas do Exército Brasileiro. Juntamente com essa medida, também é suma importância, proibir terminantemente, candidaturas de "fichas sujas" nas próximas eleições brasileiras. E torcer para que o TSE tenha respeito para com nosso povo. É o cúmulo da leviandade, um juiz do TSE ou de outra instância qualquer, alegar que "um ficha fétida" tenha liberdade de se candidatar a qualquer cargo eletivo livremente. Se queremos um país livre e sério, digno de se viver; precisamos de seriedade na vida pública brasileira. A começar por nós, até então sem vez e voz!
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em direito) Londrina
Farmácia Popular
O Governo criou a farmácia popular e normalmente os medicamentos são vendidos a preços menores. Para comprar esse medicamento é exigido a receita médica que tem validade limitada, só que mesmo com a receita os medicamentos somente podem ser adquiridos pessoalmente. E caso a pessoa estiver doente acamada, um terceiro não pode comprar, então quando uma pessoa realmente precisa de medicamento, ela não consegue adquirir. Segundo a farmácia, o terceiro tem que ter uma procuração feita em cartório; se a pessoa não pode ir na farmácia, também não consegue ir no cartório.
TOCHITANE MITSI (gerente de restaurante) - Londrina
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