Pesquisas eleitorais
As pesquisas eleitorais sempre foram alvos de muita desconfiança. Cada instituto tem seu método, trabalha mediante encomenda e nem sempre a ética prevalece. Desde o início de 2017 estamos assistindo determinado instituto, sediado em São Paulo, apresentar com exagerada frequência que até gera suspeição, amostras colocando Lula em vantagem permanente e contínua para se eleger presidente em 2018, apesar dele ter chefiado o maior esquema de corrupção da nossa história. Sempre que Lula é acuado, essa empresa divulga pesquisa mostrando o petista na liderança da corrida eleitoral, exaltando que "mesmo condenado, ele não perde votos". Sem dúvida, trata-se de uma estratégia de vitimização do ex-presidente para tentar constranger os seus julgadores e manipular a opinião dos menos esclarecidos. Em recente entrevista a imprensa, o diretor desse instituto mostrou números contraditórios que geram desconfianças. Afirmou que 87% da população quer a prisão de Lula, mas que ele venceria a eleição no segundo turno com 48% dos votos e que 15% dos que declararam voto ao petista também quer a sua prisão. Essa conta não fecha, os números são conflitantes demais para serem levados a sério e é inconcebível que alguém queira votar em candidato que deseja vê-lo na cadeia. Além do mais, tais pesquisas mostram que apenas 3% dos entrevistados estão indecisos, isso a 10 meses da eleição, quando o cenário eleitoral ainda está confuso e totalmente indefinido. Essa é mais uma prova cabal da enganação. E, ademais, porque somente um instituto insiste em apresentar esses dados com tamanha frequência? É jogo sujo mesmo!
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina

O caminho das pedras
Quando candidato a prefeito, o sr. Marcelo Belinati, bradava com voz imponente ser conhecedor dos caminhos das pedras. Pois bem, as primeiras pedras chegam ao cidadão londrinense já de tamanho desproporcional e com manchas impregnadas de inconsistências, de erros admitidos publicamente pelo prefeito como sendo erros dos digitadores, afinal de contas alguém tem que ser responsabilizado atos que foram lançados em regime de urgência no final do ano passado. Diante de tantas falas, fico a imaginar que o capitão de navio tira férias quando o navio está por afundar e deixa a responsabilidade aos subalternos. E após dias de gozo merecido retorna e se dá ao luxo de grasnar aos seus tripulantes que desconhecia que nos porões do navio se aglutina os mais podres conchavos com alguns tripulantes que têm o desplante de defender uma estratégia. Não fosse a revolta de outros tripulantes, seriam enfiadas goela abaixo, pela prepotência de seu capitão em fazer prevalecer a sua vontade sem a consulta da tripulação. Enfim, esta metáfora é uma realidade que está acontecendo em nossa cidade. Todo meu respeito aos corajosos que estão desbravando as falcatruas, seja na CML (Câmara Municipal de Londrina), e ou na PML (Prefeitura Municipal de Londrina). Cabe a nós cidadãos londrinenses, apoiar ordeiramente e acompanhar todos os passos de mais essa vergonha que após quatro anos volta a manchar a nossa querida Londrina, isto com certeza já está criando dificuldade em todos os setores que serão sentidos já em breve. Vamos conter as pedradas antes que se acumulem em uma pedreira empoeirada e sem finalidade. Basta. Espero que o cidadão veja o mais rápido possível elucidados estes fatos. Que punam sem veemência a todos os que usam a máquina administrativa para se beneficiar, e que esses personagens é que se mudem para bem longe de Londrina.
LUIZ CARLOS DE ALMEIDA (professor) – Londrina

Rio: uma mentira fantasiada
Colocar brincos ou adereços em focinho de porcos, não dá certo. Não falo aqui dos cariocas lá residentes ou nascidos, mas do que se transformou a "Garota de Ipanema" - a ex cidade "Maravilhosa". Uma vergonha onde turistas de outros estados ou países pedem para ficar junto a repórteres de emissoras de televisão para não serem roubadas ou agredidas. De que adianta fingirem a felicidade no Sambódromo durante alguns dias e vivenciarem 360 dias de medo nas ruas? Rio de Janeiro, uma grande mentira fantasiada.
LUIZ EDGARD BUENO (escritor) - Londrina

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