OPINIÃO DO LEITOR
Crimes contra o patrimônio público
Basta ao nosso MP fazer uma varredura na evolução patrimonial dos envolvidos e os que até agora só foram chamados a depor: funcionários públicos, políticos e empresários! Evolução bem acima de seus rendimentos e faturamentos, criminosos como qualquer outro! A eles as penas mais severas imposta pelo nosso Código Penal para crimes relacionados a tamanha tipicidade e delituosidade, com penas privativas de liberdade, multa e devolução dos valores retirados dos cofres públicos,valores desviados que poderiam serem aplicados em postos de saúde e escolas de nossa cidade!
LUIZ FURTADO (vendedor) - Londrina
Financiamento de imóveis pelo FGTS
A Caixa, maior agente financeiro do sistema de habitação brasileiro, deixou de financiar a compra de imóveis com recursos do FGTS cujo construtor/investidor seja pessoa física. Todos os imóveis com alvará de construção datados até 30 de junho de 2017 e construídos até 31 de dezembro de 2018 ainda serão aceitos. A mudança se baseia na interpretação da Portaria 570/2016 do Ministério das Cidades e as justificativas são esdrúxulas. A meu ver, estão criando uma reserva de recursos e de mercado para beneficiar as construtoras que hoje estão na mira da operação Lava Jato onde foi encontrado neste segmento o maior esquema de corrupção do mundo. Lembro a todos que em 2018 teremos eleições e os recursos para financiar as campanhas estão incertos. Precisamos urgentemente pedir a revisão do valor venal dos imóveis diante desse fato pois imóveis que não podem ser financiados valem menos que os que podem. Os trabalhadores, reais donos do FGTS, não poderão mais escolher o imóvel, legalmente construídos, a sua livre escolha, só o que as construtoras lhes oferecerem poderá ser financiado com recursos do FGTS que é dos trabalhadores e não do Ministério ou da Caixa. Os milhões de engenheiros e arquitetos que atuam de forma autônoma não poderão mais ser responsáveis pelas ARTs de execução de obra que necessitem de financiamento com recursos do FGTS pois para financiar deverá haver uma construtora intermediando e onerando o custo dos imóveis. Como se pode perceber, mais uma vez, nosso governo e as empresas a ele ligadas estão trabalhando em benefício do povo (povo que é dono de construtora).
PAULO MAURÍCIO ACQUAROLE (aposentado) - Londrina
Não vi, não ouvi, não sei de nada...
Já tivemos um "mandatário" que sempre exprimia seus "contratempos" com essas prerrogativas, e agora temos nosso "nobre" prefeito agindo da mesma maneira. Não é de se estranhar que ele nunca apoiou o reajuste da planta de valores das legislações anteriores. Essa desculpa dele de que foi erro de fiscalização dos órgãos da prefeitura é muito suspeita, pois quando se faz a "escritura do imóvel" a prefeitura recolhe o tal do "ITBI" o qual especifica detalhadamente o valor do imóvel. Mesmo assim depois de tanta posição contrária aos aumentos anteriores do IPTU, ele naturalmente verificou o valor de seu imóvel, que era ínfimo. Foi muito divulgado pela PML que os contribuintes que tinham feito um "puxadinho/meia água" comunicassem para legalizar as suas propriedades. Creio que ele não ouviu essa determinação, pois pagar um IPTU de R$ 88 (1% o valor do imóvel) indica que o seu imóvel vale R$ 8.800,00, e até eu estou interessado. Se ele não consegue pagar o seu IPTU faça como manda seu secretário, mude de cidade.
FLAVIO LUIZ ZAPPAROLI (funcionário publico) - Londrina
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