Transporte público

Londrina já teve um ótimo sistema de transporte coletivo, principalmente nos anos 1990 e 2000. Hoje, o usuário é obrigado a conviver com atrasos, ônibus velhos, desconfortáveis, lotados, sem manutenção. Na reportagem “Passageiros reclamam de alterações em linhas de ônibus” (Cidades, 06/06) a CMTU como sempre tenta justificar o serviço ruim. Só na opinião do “gênio” que inventou esse tal “integra fácil” esse sistema funciona. Na linha 308, por exemplo, atrasos de dez a 15 minutos viraram rotina. Como alguém imaginou que um ônibus que faz o itinerário do Interlagos ao Bandeirantes, num trânsito caótico como o de Londrina, teria pontualidade? E depois querem que o povo use o transporte coletivo, com o cidadão tendo o serviço de carros de aplicativos na palma da mão.

RUBENS BARBOSA JÚNIOR (gestor de RH) - Londrina

Ouvidorias

Sugiro ao governo do Estado e aos deputados estaduais que formalizem proposição para que em cada delegacia de Polícia Civil e destacamento, companhia e UPS (Unidade Paraná Seguro) sejam afixados cartazes com informações sobre o serviço público das ouvidorias de polícias, como endereço, site e e-mail, para que o cidadão possa saber que existem departamentos aptos a receber, registrar e investigar condutas de maus policiais, sejam de qualquer corporação estadual.

CÉLIO BORBA (autônomo) - Curitiba

Cidade Futura

A coluna “Invisíveis nem no escuro” (Cidade Futura, 06/06) fez-me refletir e gostaria de ponderar o seguinte: as pessoas estão cheias de ideias terríveis. Inovações que têm sucesso tendem a ser o resultado de um processo iterativo e demorado de julgamento e erro envolvendo pontuações de más ideias que levam a um único bem, que finalmente triunfa. Até a própria evolução segue este padrão. A necessidade de ceticismo rumo à mudança é maior ainda quando a inovação é social ou política. Por gerações, muitos progressistas abraçaram o marxismo e pensaram que o seu triunfo era inevitável, mas acabou que foi uma ideia terrível e resistir a ele foi excelente. E isso tinha tudo em comum com praticamente todos os outros utópicos ideais na história do pensamento social. Os humanos lutam para identificar para onde precisamente o arco da história está apontando.

MARCELO DE SOUZA SILVA (empresário) - Ibiporã

mockup