OPINIÃO DO LEITOR - Tadinha da ONU!


 Fiquei pasmo e confuso ao ler o artigo “ ONU 75 anos” na Folha de  Londrina (6 out),do Padre Manuel Joaquim dos Santos. No Espaço Aberto. Pois entre outras frases seja da ONU e do Papa Francisco na sequência tem-se “com suas organizações setoriais...aos migrantes, refugiados, crianças...continua a ter um papel insubstituível para as nações mais pobres e desprotegidas..." e verso Papa Francisco ..”não se pode negar a "cultura do descarte, pois se trata de um grande desrespeito pela dignidade humana...” Ora, ora fazendo um paralelo deste dois trechos do artigo, temos de um lado a ONU entre outras funções – defensora do aborto e de outro lado a Igreja Católica contra o aborto, ainda que não seja (aborto) objeto deste artigo , daí o meu espanto. Mas a chave de leitura deste artigo é como o Padre Manuel faz uso de forma recorrente e de viés ideológico seja contra,Trump, Bolsonaro, etc (não tenho procuração para defendê-los) esquecendo-se de sua função sacerdotal principal de evangelizar, ainda que repetidas carta de leitores indignados já o tenham advertido e o criticado bem como até o mesmo se esquece de como líder pastoral que a Igreja Católica celebra neste mês de outubro o mês missionário. Por fim, sou católico. 

Ricardo Galvão Sampaio Mota (engenheiro civil) Londrina 


Vistorias da Copel 

Sem dúvidas a Copel está entre as maiores empresas do Brasil, sendo a maior no estado do Paraná, com um lucro acumulado espetacular de aproximadamente R$ 2.000.000.000,00 (dois bilhões de reais), no ano de 2020, Admiramos a empresa, entretanto, hoje venho fazer um reparo. Recentemente, alugamos um imóvel na Rua Alagoas para minha filha abrir ali uma microempresa. A imobiliária nos informou que a energia estava suspensa, mas que bastava solicitar a religação e a Copel atenderia. Tomamos essa providência. Cinco dias úteis após e a vistoria foi feita: reprovada sem qualquer laudo por escrito. O motivo alegado era a existência de um fio invertido. Nosso eletricista não é um expert em padrão de entradas de serviço, porém é excelente profissional. Procuramos juntos e não achamos nenhuma inversão. A fiação nas caixas estava confusa. Melhoramos isso e pedimos nova vistoria. Cinco dias após, o mesmo veredito. Chamamos dois colegas do nosso profissional acostumados a fazer padrãozinho. Acharam tudo bem, apenas nos encaminharam a uma loja para adquirir uma plaqueta para colocação na caixa do medidor, exigência constante da nova norma em vigor desde julho de 2020. Pedimos nova vistoria e novamente o interstício de tempo foi cumprido e o Gabriel esteve no local e aprovou o padrão, confirmando a ligação para cinco dias depois. Um dia antes da visita do Gabriel, estiveram no local e retiraram o ramal aéreo, porém deixaram no local os medidores. Com esse ato, puseram em risco de furto (fato comum) o nosso ramal de entrada, cobre, de uma bitola chamativa, nosso barramento feitos de chapas de cobre e os próprios medidores da Copel, pois tudo ficou desenergizado. Para a Copel, uma ocorrência como essa não faz\ cócegas, porém para clientes é grave. Atrasa tudo, dá prejuízos. De maneira alguma questionamos o padrão e a necessidade de correção. O que machuca é a desinformação e o descaso da terceirizada.



Izaias Bitencourt Moraes (contador) Londrina


MEMÓRIA

07 de outubro de 2016

Estudantes ocupam colégio na zona sul de Londrina 

  



O Colégio Estadual Albino Feijó Sanches, na rua Jacarezinho, Parque das Indústrias Leves, zona sul de Londrina, foi ocupado durante a manhã desta sexta-feira por estudantes. O ato é contra a reforma do ensino médio e a PEC 241, projetos elaborados pelo governo federal. O mesmo grupo deliberou pelo início da greve da classe estudantil em Londrina e região. Os alunos estão se revezando, mas permanecem no pátio da instituição. A chefe do Núcleo Regional de Educação (NRE) de Londrina, Lúcia Cortez, negou qualquer tipo de confusão entre os estudantes e funcionários do Albino Feijó.  Até o momento, 30 escolas estão ocupadas no Paraná. As escolas devem apresentar um calendário com a reposição das aulas perdidas, segundo a Secretaria de Estado da Educação (Seed), que diz estar acompanhando as manifestações em todo o estado. 

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