OPINIÃO DO LEITOR - Quem fala em inclusão, quer também a exclusão


Qual o interesse por trás da idéia que existe uma política de governo de secregacionismo dos alunos com necessidades especiais no Brasil ? - Ninguém parou para pensar que esta inclusão depende do treinamento de professores, precisa de profissionais especializados em diversas áreas e de uma escola pública adaptada na tarefa de ensinar alunos com diferentes necessidades. Não é tão simples pregar a inclusão sem investimentos nos profissionais e na estrutura das escolas públicas. Se a inclusão for feita sem investimentos, os resultados serão muito ruins. Já vivemos num período de crise onde o aumento das despesas inviabiliza uma política de inclusão como deve ser feita. Não existem milagres na implantação de um serviço público, falar em inclusão é apenas fazer politicagem. Triste perceber que muito se  fala na inclusão de alunos com necessidades especiais na escola pública, mas, também, fala-se em adotar o aborto como direito da mulher na rede pública de saúde. Um vez aceito o aborto, as principais vítimas desta prática criminosa e desumana serão as pessoas com necessidades especiais. Já existem países na Europa onde o aborto é permitido, onde não existem mais o nascimento de pessoas especiais. Portanto, é uma falácia falar que o mundo caminha para a inclusão, o mundo caminha para a exclusão e para a massificação de comportamentos. Neste momento, não implantar o projeto de inclusão parece ser mais realista e certo do que colocar crianças e adolescentes em escolas sem estrutura profissional e física para alunos especiais.

Vanderlei Estalianon (corretor) Londrina 


Soltura de André do Rap 

O ministro Gilmar Mendes defendeu e tutelou o seu colega Marco Aurélio Mello pela decisão de soltar o megatraficante André do Rap. É a autêntica prova de que somente um gambá cheira outro gambá.



Luiz Alberico Piotto (servidor público) Cambé 


MEMÓRIA 

14 de outubro de 2015

Aos 91 anos, mulher tira carteira de habilitação 



Com 91 anos, a aposentada Vanda Davanso Gnann realizou um sonho antigo e tirou a carteira de habilitação. Moradora de Ibiporã, ela fez mais de 100 aulas práticas de direção e passou por sete processos antes de conquistar a CNH. Segundo o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), não há registros de pessoas que tenham feito a primeira habilitação nesta faixa etária. "Vou fazer questão de praticar uma direção sadia, cuidadosa, obedecer às leis e contribuir para um trânsito melhor", afirma a aposentada. "No exame teórico, por exemplo, ela acertou 29 de 30 questões e no prático ela só errava e reprovava por nervosismo", afirma o examinador da Ciretran de Ibiporã, Marcelo de Castro Souza. 

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