OPINIÃO DO LEITOR - Parabéns aos jornalistas


Quero parabenizar os jornalistas deste país, que neste tempo de trevas servem como farol, à custa de todos os achaques negacionistas. Vocês são os profetas desta época! Parabéns!

Padre Manuel Joaquim R. dos Santos, Arquidiocese de Londrina. 


Resposta  à leitora 

Resposta à Sra. Nina Cardoso, psicóloga em Londrina. Na quinta-feira passada (18/03), tive a honra de elaborar e assinar, junto de outros advogados e advogada extremamente competentes, um Habeas Corpus Coletivo Preventivo que visa garantir que as pessoas que critiquem o presidente chamando-o de “genocida” e termos afins, por sua inaceitável condução da pandemia do coronavírus, sejam presas, investigadas ou processadas. Nos baseamos no direito fundamental de crítica e liberdade de expressão. A leitora referida no epígrafe me questionou, nesta quinta-feira (25/03), basicamente, se esse pedido será válido, também, para outros Poderes. A resposta é muito simples: Se o caso for igual ou parecido (com o mesmo conteúdo de fatos e fundamentos), deverá ter o mesmo julgamento. Por exemplo? Se a Câmara dos Deputados votar algum projeto que leve a milhares de mortes no país e você, em tom de crítica, chamar o Presidente da Casa de genocida, você não estará cometendo crime algum, como aqueles que estão, hoje, adequadamente nomeando o presidente da República de genocida. Mas atenção: o tom da fala, aqui considerado como “finalidade”, tem de ser de “crítica”, pois se o tom/finalidade for de injúria, difamação ou calúnia, aí poderá incorrer em crime. Ah, outra coisa muito importante: não devemos confundir crítica, por mais dura que seja, com ataque sistemático à democracia, ameaças de morte e agressões físicas, entre outras condutas antidemocráticas e criminosas. Espero que tenha contribuído para o debate."

Rafael Leone G. Colli (advogado) Londrina 


 O fagote de Pellegrini

O fagote é um instrumento de sopro de palheta dupla e faz parte do naipe de madeiras das orquestras sinfônicas. Seria interessante, com todo respeito, que o renomado escritor explicasse: Considerando a variedade de instrumentos de uma orquestra sinfônica, por que, em artigo de 2 de abril de 2021, na FL, escolheu o fagote para ilustrar seus comentários? Eu sei que poderia, eventualmente, ter indicado outro, mas ao escrever fagote, deve tê-lo feito com sentimento de gratidão pela sua magnífica sonoridade ampla, às vezes jocosa ou profunda, acentuando  sentimentos. O importante é que, ao referir-se a instrumentos e sinfonias, o articulista traz à tona a alma que dá vida à variedade sonora no palco: a energia de músicos, solistas e regente. Um turbilhão de movimentos ordenados em madeiras, metais, cordas e percussão visando a perfeição e o belo. Se o fagotista desafinar, isso será um estímulo para estudar mais, caprichar na confecção das palhetas e ir ao luthier para verificar as chaves e orifícios do mecanismo de digitação. Ou seja, ninguém quer desafinar no palco do teatro e muito menos no palco da vida! 

Oseas Peçanha  Nascimento (funcionário público estadual aposentado) Londrina 

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