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Londrina

Cartas 27/4

m de leitura Atualizado em 26/04/2022, 17:22

OPINIÃO DO LEITOR - Palavras não se confundem com ações

PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 27 de abril de 2022


AUTOR autor do artigo

Foto: iStock
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US President Joe Biden speaks to reporters after disembarking Air Force One at Joint Base Andrews in Maryland on April 25, 2022. (Photo by Stefani Reynolds / AFP) US President Joe Biden speaks to reporters after disembarking Air Force One at Joint Base Andrews in Maryland on April 25, 2022. (Photo by Stefani Reynolds / AFP)
US President Joe Biden speaks to reporters after disembarking Air Force One at Joint Base Andrews in Maryland on April 25, 2022. (Photo by Stefani Reynolds / AFP) |  Foto: iStock
 

Às 14h32 (horário de Washington), de 22 de fevereiro, o presidente dos Estados Unidos, no final de seu discurso, disse: “...We’re going to judge Russia by its actions, not its words” (nós vamos julgar a Rússia por suas ações, não por suas palavras). Há muito significado nestas palavras proferidas pelo homem mais poderoso do planeta, e que enseja reflexão acerca do real sentido da liberdade, com a qual tanto debatemos, de manifestação do pensamento, mesmo na iminência de uma guerra. Qual o temor em se tolerar que quem quer que seja diga o que quer que seja? Se for absurdo, será rejeitado, desconsiderado, ignorado, e abrirá o direito de resposta (Constituição, artigo 5º, inciso V) a quem, porventura, for prejudicado (além de indenização, art. 5º, incisos V e X); se, ao invés, haver fundamento que convença, trará luz à mudança naquilo que houver de mudar, ou manterá o que tiver de ser preservado, naquele momento. Afinal, liberdade de se manifestar (ideia, pensamento, opinião), conforme garante a Constituição, art. 5º, inciso IV, não significa liberdade de agir (emprego da força física).

Eduardo Tozzini (advogado) - Londrina 


Passaporte vacinal

O prefeito de Londrina declarou, em reportagem, que não vai sancionar o projeto aprovado na Câmara dos Vereadores que impede a cobrança do "passaporte vacinal" - comprovação de vacinação para Covid-19 - em todo e qualquer local da cidade. Segundo ele, "em nenhum lugar se exige o passaporte em Londrina, é claro que isto é uma posição política dos vereadores, na prática não tem efeito e ninguém é obrigado a se vacinar". Parece-me que o prefeito está muito mal informado, porque o MP "recomendou" às escolas de Londrina e Tamarana, públicas e particulares, que exigissem, juntamente com a Carteira de Vacinas do PNI, a comprovação da vacinação da Covid-19 de seus alunos. Sob pena dos pais serem encaminhados para o Conselho Tutelar! Isso é exigência de Passaporte Vacinal. Porque a Carteira do PNI, existente há décadas, registra as vacinas comprovadamente eficazes e que todas as famílias procuram manter em dia. A vacina da covid não está no PNI, portanto, não pode ser exigida. Projeto idêntico foi aprovado na Assembleia Legislativa do Estado e o governador teve o bom senso de sancioná-lo. Infelizmente, o Executivo de Londrina está carente de bons agentes que entendam e busquem solucionar os problemas da cidade, a começar por seu cargo máximo, o de prefeito. Mas a última frase dita por ele, na reportagem, é para se guardar e relembrar sempre que necessário: "Ninguém é obrigado a se vacinar". Ouviram, senhores e senhoras do MP?

Nina Cardoso (aposentada) - Londrina

Correção

Na edição da Folha Cidadania (Folha2,  26/04), saíram duas fotos da entrevistada Sueli Bortolin no lugar da professora Vânia  Alves. A FOLHA pede desculpas pelo erro. 

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