O momento econômico surpreendentemente positivo que o Brasil atravessa vem sendo o motor para uma nova onda de “ofertas públicas iniciais” de ações na Bolsa de Valores de São Paulo (B3).

Os chamados IPOs, na sigla em inglês, podem chegar a uma movimentação próxima dos R$ 30 bilhões na terceira janela deste ano.

Trata-se da incursão iminente de novas ações de empresas interessadas na abertura de capital ou na expansão da sua fatia de capital aberto, que juntas podem alcançar os R$ 160 bilhões ao longo de 2021. O recorde histórico foi no ano passado, quando as injeções de IPOs chegaram a R$ 129 bilhões.

As companhias que estão em vias de receber a aprovação da Comissão de Valores Imobiliários (CVM) para despejar novos ativos na Bolsa apostam nos resultados de seus balanços trimestrais para angariar uma adesão em massa dos investidores.

O Índice Bovespa já superou a marca histórica dos 130 mil pontos no início de junho, e podemos chegar aos 145 mil até o fim do ano, segundo projeção de analistas do mercado. Isso traz um ânimo e tanto aos investidores. Por isso, os IPOs vão chegar num momento muito interessante do mercado. As novas empresas certamente vão desfrutar dessa onda positiva e atrair recursos.

A nova janela envolve ações de companhias de geração de energia, de fabricação de cimento e de alumínio, de telefonia e banda larga de internet, dentre outras. São empresas sólidas, com fatias significativas de atuação em seus respectivos mercados.

A natureza das empresas que estão ingressando ou fortalecendo sua participação na B3 contribui para um cenário otimista de novos investimentos. Porém, precisamos lembrar que o mercado está em alta, mas a volatilidade provocada pela pandemia ainda inibe o fluxo de capital para investimentos de maior risco. As empresas que estão chegando à bolsa passam a ser novas alternativas para os investidores que buscam este perfil de risco.

Fabiano Mariani, sócio fundador na Atrio Investimento

Licença-prêmio do MP

Pois é, a indignação virou frustração, salvo os 19 deputados contrários, os demais 29 favoráveis certamente apresentaram uma visão tacanha e um desprezível respeito pelos trabalhadores do setor privado de nosso Estado já tão sofrido com a pandemia Covid-19 e desemprego em vertiginosa crescente em todo o país. Por Deus, senhores deputados, ampliem a visão política, pois estão com miopia.

Alfredo Carvalho (administrador) Londrina

A opinião dos autores não é, necessariamente, a opinião da Folha de Londrina

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