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Londrina

Opinião

m de leitura Atualizado em 24/01/2022, 17:06

OPINIÃO DO LEITOR - Negacionismo atroz e birrento

PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

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|  Foto: iStock
 

Já cansou e virou rabugice, tornou-se enfadonho e excedeu todos os limites da tolerância, da paciência e do bom senso o negacionismo da ciência pelo presidente Jair Bolsonaro. Suas ações para evitar que as vacinas cheguem aos braços dos brasileiros cada vez mais nos enche de revolta e enfurecimento, porque são atitudes cruéis, infundadas e gratuitas. Não dá mais para aceitar suas interferências nocentes e perigosas como a recente tentativa de proibir a vacinação das nossas crianças e a sua  declaração de que a variante ômicron é bem-vinda. Bolsonaro precisa entender que ele foi eleito para governar 213 milhões de brasileiros e não apenas uma minoria de desinformados que segue um movimento antivacina do século 18.

É preciso separar as vontades; atender rapidamente os que querem ser inoculados e desobrigar os que não querem, mas responsabilizando-os pelas consequências funestas que possam causar à sociedade. Tradicionalmente, os brasileiros sempre foram disciplinados com a sua própria vacinação e a dos seus filhos. O PNI (Programa Nacional de Imunização) do SUS é exemplo para o mundo, todavia, até isso a nossa atual autoridade-mor quer destruir; um verdadeiro atentado lesa-pátria.

LEIA TAMBÉM: 

- Crianças de aldeia em Tamarana são imunizadas contra Covid. 

- Ato no Calçadão critica obrigatoriedade da vacina

Na linha de conduta do bolsonarismo, assistimos a propagação da desinformação ideológica acometendo pessoas. É com profunda tristeza que vemos pais não vacinarem seus filhos e a si próprios. Uma lástima! Inúmeras doenças foram erradicadas no país, comprovando a eficiência da imunização. Um exemplo disso, e que nos serve para uma boa reflexão, aconteceu nos anos 1970. Uma epidemia de meningite grassou no pais, quando o Brasil vivia a época do "milagre econômico", com o PIB atingindo níveis expressivos. Para não prejudicar a nossa imagem no mercado global, o governo militar tentou esconder a gravidade da situação, proibindo médicos sanitaristas de informar a população. Depois da pressão da mídia e do próprio avanço da doença, que resultou em milhares de vidas perdidas, iniciou-se a vacinação em massa dos brasileiros. É preferível ser "tarado por vacinas", como nos acusou Bolsonaro, e continuar vivendo numa plena democracia, do que ter que aceitar imposições para um tratamento precoce que beira o charlatanismo. 

Ludinei Picelli  (administrador de empresas) Londrina 

Barulho

Com relação ao som de motos barulhentas reclamado pelo leitor Reinaldo Santos, do Novo Bandeirantes, gostaria de dizer que pode ficar tranquilo pois isso não é um privilégio só seu. No Bandeirantes velho a gente só dorme no final de semana se a chuva começar na sexta-feira e terminar na segunda-feira. Essa pseudo fiscalização é só em condomínios de luxo e na Gleba Palhano. No Bandeirantes, as motos não têm respeito nem com as viaturas policiais. Por aqui a gente não tem direito de dormir em paz.

Rubens Barbosa (comerciante) Londrina

ESCLARECIMENTO

Em relação à matéria “Acesf quer construir cemitério vertical na zona sul” (Cidades 19/01), as capelas mortuárias que estão sendo construídas na região ainda não estão prontas. O término previsto é para março.

CORREÇÃO

A foto com vista área da região Avenida Dez de Dezembro publicada na capa da Folha de Londrina de 19/01/2022 é de autoria de Rodolfo Gaion/CMTU. 

A opinião do autor não reflete, necessariamente, a opinião da FOLHA. 

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