|
  • Bitcoin 120.384
  • Dólar 5,1649
  • Euro 5,2600
Londrina

Opinião

m de leitura Atualizado em 06/08/2022, 00:42

OPINIÃO DO LEITOR - Minha homenagem a Jô Soares

PUBLICAÇÃO
sábado, 06 de agosto de 2022

.
AUTOR autor do artigo

Foto: B. Ramón Vasconcelos/Globo
menu flutuante
Jô Soares Jô Soares
Jô Soares |  Foto: B. Ramón Vasconcelos/Globo
 

Morrem os que fazer rir,

Morrem os que fazem chorar!

Morremos todos quando alguém que fez parte de nossas vidas parte.

Quando parte alguém, parte nossa, parte junto.

Associamo-nos a esta viagem para outra dimensão.

Acreditamos ser uma dimensão melhor que esta.

Nós que permanecemos sentimos falta,

Sentimos o tempo deslizar em nossas mãos,

No choro, no riso partilhamos uma estada,

Há dias em que o choro toma conta,

Mas há dias em que o riso nos faz tão bem.

Hoje perdemos um pouco do riso.

Fica o choro!

Mas amanhã voltaremos a sorrir

Palas lembranças, pelas memórias

pelas histórias,

Pela vida que insiste em prosseguir.

Com risos, sorrisos, gargalhadas e alegria.

Podemos nos fortalecer neste entendimento

De que a vida é uma pequena estada

De alguma dimensão que pouco conhecemos.

A outra, esperamos que nos aguarde por muitos anos.

Paulo Bassani escritor, poeta, sociólogo e professor universitário.

LEIA TAMBÉM: Morre o humorista Jô Soares aos 84 anos 

Praças de pedágios

Pasmem Senhores, "praças de pedágio não rendem votos, e sim tiram". Talvez essa simples frase resume o abandono das instalações no Estado do Paraná. A imprensa tem trabalhado incessantemente problemas inerentes ao descaso, mostrando até o ceifamento de vidas acidentais, ficando esse patrimônio à mercê de depredadores e ladrões de plantão, que tendo a oportunidade, lá estão praticando sua profissão. Quem viaja por rodovias outrora pedagiadas, tinham o apoio dos postos de atendimento, com banheiros limpos, água potável e café,  local de descanso de familiares, hoje ficamos refém de banheiros de postos de combustível, que nem sempre estão limpos. Atendimentos emergenciais fica a desejar e as pistas já começam a se deteriorar, sem ninguém se responsabilizando por sua preservação. Resumindo, será que foi bom ficar sem o pedágio? Talvez como ilusão ao usuário, sim, mas o golpe fatal virá com os novos contratos que virão após novas licitações. Já há movimentação de que não haverá tarifa mais baixa como previsto anteriormente, devido às altas de materiais, e assim, vamos sendo enganados e ludibriados com intenções duvidosas de quem comanda nossas vidas. 

Yochiharu Outuki (engenheiro agrônomo) Itambaracá

Democracia?

Este termo (para aquele “que não estudou” ) significa governo em que o povo exerce a soberania. Porém, infelizmente, aqui o povo não manda é nada, aqui o povo tem que “obedecer”, começa pela obrigatoriedade de votar, se não paga multa , não tira passaporte, depois vem as leis (mal formuladas) que ninguém quer mudar mesmo o povo “suplicando”, tipo maioridade penal aos 16 anos (engavetado), indivíduos bêbados que matam no trânsito, juiz arbitra fiança, o cara  sai feliz da vida e vai encher a cara de novo. Isso por que nossos parlamentares só prestam para ganhar dinheiro e olhar para os próprios umbigos. Violência, então, nem se fala, fora de cogitação e ainda  bem que neste último governo o cidadão pode ter sua arma, desde que registrada e legalizada. Isso é ótimo, porque os Exmos. parlamentares, com certeza, andam com seguranças pagos com nossos impostos Também tem o tal STF uma “Suprema” Corte  que só fica se envolvendo onde não deve, inclusive liberando ficha suja para concorrer às eleições, nunca fazem uma “enquete” para saber a opinião do eleitor, querem “mandar” nos outros poderes!  Ninguém vem perguntar ao povo o que ele “acha” disso ou daquilo, simplesmente a ”casa” se reúne, vota e pronto! A livre expressão é direito do cidadão, porém uns e outros sempre tentam “calar a voz do povo”. A democracia tão falada nos palanques eleitoreiros, ainda estou procurando ou o gato comeu! 

Maria Regina Minto Reyes (assistente contábil) Londrina 

Os artigos, cartas e comentários publicados não refletem, necessariamente, a opinião da Folha de Londrina, que os reproduz em exercício da sua atividade jornalística e diante da liberdade de expressão e comunicação que lhes são inerentes.

COMO PARTICIPAR| Os artigos devem conter dados do autor e ter no máximo 3.800 caracteres e no mínimo 1.500 caracteres. As cartas devem ter no máximo 700 caracteres e vir acompanhadas de nome completo, RG, endereço, cidade, telefone e profissão ou ocupação.| As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. | ENVIE PARA [email protected]