OPINIÃO DO LEITOR - Literatura censurada
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 18 de março de 2020
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Parabéns pela reportagem Literatura censurada no País de pouca leitura (14-03). Literatura que poucos fazem uso, razão de erros na interpretação. E a própria desinformação. Muito boa a análise.
Betinha Campos, professora universitária aposentada (Londrina)
Polícia Militar do Paraná
Desesperado em face do barulho, que emanava da farra em uma clube social, e não tendo a quem recorrer em um sábado a noite, telefonei para o 190 da Policia Militar do Parana, sediada em Londrina. Fui atendido com grande presteza e gentileza pelo soldado Marcia, a qual me informou que, prontamente, iria deslocar uma viatura para aquele local. Em poucos minutos parou toda a barulheira e o cidadão trabalhador e honrado, que paga em dia seus impostos pôde dormir sossegado, graças ao atendimento imediato dos valorosos policiais. O local é no centro da cidade, e nesse bairro existem várias pessoas idosas e algumas doentes. Tenho que manifestar o maior orgulho diante da presteza e prontidão desses policiais da valorosa corporação do Paraná. Antes eu tive que brigar durante vários anos e medir os decibéis da barulheira desse clube, representando ao promotor de Justiça, para poder acalmar esse infernal barulho. Agora, com um simples telefonema, a briosa corporação cumpriu com o seu dever e pacificou os ânimos. Que Deus continue a ajudar essa valorosa Polícia Militar.
Servio Borges da Silva, procurador de Justiça aposentado (Londrina)
Fundo eleitoral e coronavírus
Se fôssemos um país sério e comprometido com a sobrevivência de sua população o governo mudaria a destinação dos R$ 2 bilhões destinados ao fundo eleitoral para a contenção do coronavírus e o orçamento do SUS. Um deputado federal mineiro estará apresentando um projeto nesse sentido no Congresso Nacional, mas somente com a pressão da sociedade ele será sancionado. Ressaltando que esses R$ 2 bilhões são suficientes para finalizar as 10 obras paradas dos hospitais regionais no estado de Minas Gerais e finalizar outros hospitais em todo país. Será uma aberração inominável permitir que mais inocentes morram, apenas para patrocinar inútil propaganda política. Lembrando que esse dinheiro já está disponível e previsto no orçamento e não será uma caridade, mas um investimento para a sobrevivência dos políticos e seus eleitores. Daniel Marques, historiador (Virginópolis -MG)


