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Londrina

Opinião

m de leitura Atualizado em 05/08/2022, 22:42

OPINIÃO DO LEITOR - Lembranças

PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 04 de agosto de 2022

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A foto do ônibus movido a gasogênio publicada na edição de domingo (31) trouxe-me muitas lembranças dos tempos que nossa família chegou a Londrina no ano de 1937. Meu pai, funcionário de uma as empresas do grupo Matarazzo, foi transferido para cá com a incumbência de propagar  a criação do bicho da seda na região e, também, comprar os casulos e enviá-los para serem processados em Campinas, onde ficava essa empresa do grupo. Assim, fica claro que cresci participando do crescimento de Londrina.

Imagem ilustrativa da imagem OPINIÃO DO LEITOR - Lembranças Imagem ilustrativa da imagem OPINIÃO DO LEITOR - Lembranças
|  Foto: Gustavo Carneiro
 

Aí, ao ver a foto do ônibus, passou um filme de tudo que vivi durante tantos anos, desde as ruas de barro durante aa chuvas e do pó (odiado pelas donas de casa) durante a seca. Dos tempos de Grupo Escolar Hugo Simas, passando pelo ginásio estadual, curso clássico e, depois, como bacharelando na primeira turma da então Faculdade Estadual de Direito de Londrina.

É uma longa história dos tempos dos pioneiros de verdade dos anos 30, até agora na pujança que Londrina mostra no cenário nacional. Claro que precisaria muito tempo e papel para passar tantas lembranças (das que recordo, é claro!!). Mas de uma coisa lembro bem porque viajei em um ônibus desses. Não tem vidro nas janelas e o bagageiro é em cima. Uma curiosidade é que, às vezes, quando o ônibus lotava, os mais apressados subiam no bagageiro para não perder a viagem. Comiam poeira mas alguns viajantes usavam um guarda-pó para se proteger. Daí se dizia que êsses passageiros iam na segunda classe! E lá se vão 85 anos desde nossa chagada de trem embaixo de chuva e a primeira noite passada no hotel dos viajantes, que há muito tempo não existe mais.

Edgar Baer (advogado) Londrina

Segurança no campus da UEL

A reitora da UEL (Universidade Estadual de Londrina), Marta Favaro, está de parabéns por contratar empresas que reforçarão a segurança do campus por meio de monitoramento das placas de veículos. Decisão semelhante foi tomada em 2008 pelo então reitor Wilmar Marçal que, além das câmaras de monitoramento de veículos, que se somariam às de vigilância interna instaladas na gestão anterior, pretendia erguer uma balaustrada de concreto nas laterais e fundos do campus. Foi demonizado por uma parcela da comunidade universitária, que o acusou de pretender transformar o campus em “campo de concentração”. O alarido impediu a realização do projeto de Marçal. Os anos passaram, as balaustradas foram erguidas por outros reitores, e agora a UEL, finalmente, receberá mais esse reforço. A pergunta é oportuna: quantos furtos e agressões físicas, incluindo sexuais, teriam sido evitados se o projeto de Marçal tivesse sido implantado?

José Antonio Pedriali jornalista, Londrina

Armagedom

O mundo caminha a passos longos para sua auto destruição, afinal as potências do planeta nada fazem para preservar o meio onde vivem e assim colocam bilhões de pessoas ameaçadas de extinção. Rússia, EUA, China, Coréia, Afeganistão, Brasil e tantos outros países que, se não têm bombas nucleares, têm políticos que valem por várias ogivas nucleares. Com tanta destruição e lixo,  a Terra poderá deixar de existir, pura e simplesmente, apenas com um aperto de um botão nuclear. Toda a genialidade que nossos antepassados demoraram milhares de anos para construir poderá se acabar com a bestialidade de uns poucos incompetentes. A guerra é o atestado da falta de argumentos.

Manoel José Rodrigues (assistente administrativo) Alvorada do Sul 

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