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Londrina

Opinião

m de leitura Atualizado em 26/10/2021, 20:00

OPINIÃO DO LEITOR - Fazendo a diferença

PUBLICAÇÃO
terça-feira, 26 de outubro de 2021

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|  Foto: iStock
 

O artigo do padre Manuel Joaquim Rodrigues dos Santos (Espaço Aberto, edição 16 e 17/10), da Paróquia João Batista, de Florestópolis, nos coloca diante de uma verdade que infelizmente muitos não querem enxergar, muitos não querem dizer e principalmente muitos se recusam a aceitar. Quando enxergamos, falamos e principalmente saímos do comodismo, nos colocamos a disposição para resolver o grande problema que assola milhares de pessoas pelo mundo afora. O direito a alimentação, não só o alimento físico, mas o espiritual também. Estamos em um momento crucial no controle dessa pandemia, e se ela não serviu para mudar os hábitos e costumes de parte da população, de nada valeu os milhares de mortes por esse vírus. Mas o que mais pode "matar" além da fome é o vírus da ignorância, do comodismo e principalmente o da riqueza, o de acúmulo de capital, pois nesse contexto no nosso caso, estamos a cada dia "os pobres ficando mais pobres e os ricos ficando cada vez mais ricos". E nesse momento temos que nos engajar nesse "movimento global contra a indiferença", criado pelo Padre Manoel Joaquim, saindo do comodismo e juntos fazermos a diferença.

Amegilda Neves de Almeida Oliveira, professora, Florestópolis

"Castor e o dique rompido..."

Em tempos da pugnada e triunfal rejeição da PEC da Vingança, combatida e abominada pelos brasileiros do bem, é de bom alvitre uma reflexão sobre o referido artigo ("Castor e o dique rompido"/Espaço Aberto, 20/10) , sobre os ataques que o autor  faz aos nossos verdadeiros heróis no combate aos corruptos deste país. A começar pela adoração que devota a um blog de extrema esquerda, defensor de Lula e a serviço das causas petistas, o articulista vai na contramão da vontade e exigência premente da população, que anseia por moralidade na governança e da nossa classe política. Tentando depreciar àqueles que montam trincheiras anticorrupção, propositadamente grafa seus nomes com letras minúsculas, de forma irreverente e desrespeitosa. A perplexidade com a corrupção desbragada no país, a indignação com a tolerância aos crimes lesa-pátria pelos nossos tribunais judiciários e a crescente obstinação dos brasileiros esclarecidos em dar um basta definitivo aos insultuosos, insuportáveis e vergonhosos assaltos ao cofres públicos vão muito além de uma fábula muito mal contada que afronta a nossa inteligência. 

Ludinei Picelli  (administrador de empresas) Londrina

A opinião dos autores não reflete, necessariamente, a opinião da FOLHA. 

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