Opinião do leitor - 06-08-19
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 06 de agosto de 2019
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Ensino público
Na década de 1970, tínhamos as disciplinas de OSPB (Organização Social e Política Brasileira) e Educação Moral e Cívica (que saudade daquelas aulas). Após a implementação na grade curricular do ensino médio das disciplinas de Sociologia e Filosofia, tudo o que era bom e saudável transformou-se em questões partidárias. Que o diga o PCdoB nos governos petistas, que fizeram e que continuam fazendo as cabeças da UNE (União Nacional dos Estudantes) e de outras entidades que até então mamavam nas tetas e nos nossos bolsos e que, simplesmente, fazem o papel de marionetes desses aproveitadores de mentes fracas. Mas, deixemos a questão da filosofia e sociologia de lado e, peguemos a questão de um modo geral: tem educadores que utilizam mais de 80% da carga horária somente em sala de vídeo ou "enrolando" as questões disciplinares. Para finalizar, tenho 25 anos de serviços em estabelecimentos de ensino público e existem os bons profissionais, aqueles que não compraram o diploma de faculdades caça-níqueis ou nasceram para "engambelar", prática notória de políticos e maus governantes.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé
Poderosos
O povo brasileiro começa a entender que os poderes estão inchados. Legislativo, Judiciário e Executivo. O Legislativo, por exemplo, muito inchado e pouco resultado. Cada deputado federal e senador possui quantidade de assessores que se fossem pagos por produção, seria ótimo. Ou seja, receberiam, no máximo, um salário mínimo. Nas Assembleias Legislativas, os “cabides” tomam conta dos ambientes; assessores tropeçando em assessores. O Judiciário faria jus ao salário, se não houvesse os vergonhosos auxílios: (escola, aluguel, chofer particular, combustível e, demais mordomias) que chegam até 80% dos seus proventos. E finalmente o Executivo, que infelizmente, segue na mesma linha dos demais poderes, com raríssimas exceções. O que existe de obras inacabadas por esse Brasil é uma grandeza. E os autores desses malfeitos estão aí, sem qualquer tipo de represálias, se candidatando outras vezes, como se não houvesse nada de errado. E nós, os contribuintes, pagamos o pato. Sabe por quê? Porque temos cara de “pato”.
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em direito) - Londrina.


