Se alguém pensa que a limitação de espaço imposta pelas chamadas leis antifumo é exagerada é porque não conhece a Aliança de Controle do Tabagismo, uma organização não governamental que gostaria de ver a indústria de cigarros ''riscada do mapa''.

A aliança é formada por uma rede de pessoas e entidades avessas ao tabagismo. No momento, desenvolve campanha para impor limites à indústria do tabaco, que classifica como ''indústria da morte''. Citando dados da Organização Mundial da Saúde, a entidade aponta que 6 milhões morrem por ano em todo o mundo por doenças causadas pelo consumo do cigarro - 200 mil só no Brasil.

Apesar da ''declaração de guerra'', a aliança quer vencer a indústria do tabaco por força da lei, a exemplo do que aconteceu em Cornélio Procópio (Norte Pioneiro), onde o Instituto Prevenir forneceu subsídios para a criação de uma lei que proíbe expositores nos estabelecimentos comerciais.

Em entrevista exclusiva à FOLHA, o presidente do instituto, Joni Silva Correia, explica que o objetivo da lei é evitar que as crianças se sintam atraídas pelo cigarro e comecem a fumar cada vez mais cedo. Confira na reportagem de Eli Araújo.

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