O sócio e as reformas e precariedade na PR-445
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sexta-feira, 26 de outubro de 2018
O sócio e as reformas
A venda de uma mercadoria chama-se faturamento. São necessárias várias vendas para alcançar lucro. O empresário brasileiro tem um sócio, o governo, que recebe sua parte, na maioria das vezes, baseada no faturamento (Pis/Pasep, Cofins, ISS, IPI, CPP). O ICMS nem venda é necessário fazer, seu fato gerador é a simples movimentação da mercadoria. O índice de mortalidade das empresas seria menor, a abertura de novas maior e teríamos mais empregos se todos os tributos fossem cobrados sobre o lucro. Quantos presidentes foram eleitos prometendo reforma tributária, política e nada? A única boa reforma que tivemos foi a trabalhista, embora tímida. A previdenciária em que o setor privado, em dezembro passado, tinha 29 milhões de aposentados e deficit de R$ 150 bilhões, enquanto o setor público tinha rombo de R$ 77 bilhões para apenas 980 mil beneficiários ficamos sem.
ILDO YUKIO MARUBAYASHI (agricultor) - Londrina
Precariedade na PR-445
No dia 14 de outubro, enquanto voltava de Curitiba, algo me preocupava. O trecho entre Londrina e Tamarana tem tirado não só a paciência de motoristas, mas também vidas. Não é exagero algum dizer que passar por ali sem sustos é impossível. Ao longo de seus mais de 60 km a rodovia é muito mal sinalizada, mal iluminada e perigosa. Buracos obrigam motoristas a invadir a pista contrária, há animais soltos, falta acostamento, mato alto cobre placas de sinalização e o asfalto está deteriorado. São exemplos da falta de competência dos governantes que, com certeza, não precisam passar por ali. Há alguns dias elegemos um novo governador. Que ele saiba respeitar o povo paranaense que espera que algo seja feito naquele lugar. Do jeito que está, infelizmente, outras pessoas terão que enterrar familiares vítimas de acidentes. Algo precisa ser feito.
GUSTAVO ANDRADE (jornalista) - Londrina
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