NO PARANÁ

- ''Ouvi o barulho e logo vi uma bola de fogo no quintal, que por muito pouco não atingiu nossa casa. Ouvia os gritos no meio dos pedaços do avião mas não dava para fazer nada porque o fogo já tinha tomado conta de tudo.''
Sebastiana Rebeque, 67 anos, dona de casa em Londrina, ao relembrar do mais grave acidente aéreo ocorrido na cidade que vitimou 20 pessoas há 40 anos.

- ''Teve falta de consideração e respeito com o ser humano que é o jogador. Jogar tranquilo e sem problemas é uma coisa; jogar só tentando apagar incêndios é diferente.''
Gilberto Pereira, técnico do Londrina, ao afirmar que os atrasos de salários e as falsas promessas de pagamento contribuíram em parte na desclassificação do time da Série D do Brasileiro.

- ''Nunca tinha pensado na luta como uma forma de desestressar, mas é muito melhor dar golpes no saco e extravasar, do que 'explodir' com alguém.''
Juliana Soler, 27 anos, que trabalha com divulgação em Londrina, ao comentar os benefícios alcançados após iniciar as aulas de kickboxing.

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