NO PARANÁ

''Eu decidi que não queria ser preso e nem morrer aos 17 anos. Decidi viver. Escolhi o caminho que é mais difícil, mas que é o melhor. Hoje eu posso dormir tranquilo. Olho para frente e vejo que posso conquistar as coisas com meu trabalho e o meu suor''
Adão Wesley de Souza, 21 anos. Ele perdeu os pais quando pequeno, foi criado pela avó em um bairro pobre de Londrina, onde o tráfico de drogas já fez muitas vítimas. Adão estudou em escolas públicas, se formou como o melhor aluno da turma no curso de Sistemas de Informação, conquistou um bom emprego e vai fazer um mestrado.

''A pirataria é um sintoma da falta de acesso das pessoas à cultura. Sou totalmente a favor de distribuir DVDs a preços populares. Sou radicalmente a favor das cotas. Sejam raciais, sociais, enfim. É uma distorção sim, mas necessária para corrigir outra bem maior e mais antiga''
Caio Blat, ator, defendendo as cotas do Governo Lula

''Não é que a quimioterapia tenha ficado mais branda. O que mudou foram as pessoas. As drogas estão menos tóxicas, sim, e o tratamento, menos agressivo. Só que algumas pessoas ainda têm a ideia de que a quimioterapia é uma sala de tortura. Tudo depende do entendimento do paciente de que se trata de um processo transitório''
Daniel Herchenhorn, chefe do serviço de oncologia clínica do Instituto Nacional do Câncer, mostrando que o tratamento e a doença vêm passando por um processo de desmistificação

mockup