NO PARANÁ

■ ‘‘Eles deixaram de fazer um atendimento médico para participar de uma atividade física prazerosa e com expectativas de retornar ao convívio social novamente.’’
Rosângela Busto, professora de educação física na Universidade Estadual de Londrina, ao apontar a mudança de comportamento de cadeirantes que passaram a praticar basquete em cadeiras de rodas na instituição.
■ ‘‘A gente sabe que não dá para colocar tudo porque o braile ocupa muito espaço, mas se a embalagem tivesse ao menos o nome e a marca do produto já ajudaria bastante.’’
Junio César Santiago Alonso, bibliotecário e deficiente visual em Londrina, ao sugerir que as indústrias coloquem inscrições em braile nas embalagens dos seus produtos.
■ ‘‘A ausência de informações em braile nas embalagens dificulta a inclusão do deficiente na sociedade.’’
Ivone Gomes da Rocha Galdino, coordenadora pedagógica no Instituto de Cegos de Londrina, ao afirmar que as barreiras ainda impedem a completa inserção do deficiente visual na sociedade.

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