NO BRASIL
- ''Questionamos o aproveitamento escolar destas crianças porque elas vão para a escola e não aprendem.''
Margaret Matos de Carvalho, procuradora do Trabalho do Ministério Público do Trabalho em Curitiba, ao falar sobre as cerca de 68 mil crianças paranaenses que trabalham em lavouras de fumo de graça e deixam de ir à escola.

NO PARANÁ
- ''No primeiro dia aqui foi um horror. Nem consegui respirar direito.''
Maria José Meirele, orientadora de trânsito da Zona Azul em Londrina, ao explicar que decidiu trabalhar com máscara para proteger-se do odor forte e também para evitar o risco de doenças causadas pelas fezes dos pombos que superlotam o Centro da cidade.
- ''Não devemos ensinar apenas os que se destacam. A Educação Física pensada para formar atletas acabou.''
Dilza Radigonda Razente, assessora pedagógica, ao destacar a metodologia adotada nas escolas municipais de Londrina pelos professores de educação física.

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