NO PARANÁ


- ''Apesar das leis serem as mesmas, as coisas aqui funcionam de outra forma. A gradação do desenvolvimento é diferente, então temos que saber agir de acordo com o local no qual estamos, com a mentalidade das pessoas da região. Porque dependendo do lugar que eu for na minha profissão eu vou conseguir parar e analisar esses pontos para depois começar a trabalhar.''

MARISSONIA BORTOLOTO, estudante de Direito, que participou do Projeto Rondon em municípios do Amazonas, Pará, Goiás e Roraima.



- ''Os bandidos chegam a qualquer hora do dia, armados, normalmente em dois numa moto. Eles entram gritando, nem se preocupam em usar capuzes. Pedem dinheiro e ameaçam atirar se não entregamos.''

ANÍBAL VIOLATTO, proprietário de um mercado em Londrina e vítima de um assalto.



- ''A comunidade vai ver que a pessoa está saldando sua dívida para com a sociedade. Não há gasto que existiria se ele estivesse preso. E o apenado cumpre a atividade um dia por semana, para cumprir suas atividades normais de trabalho nos outros dias.''

TADEU JOSÉ MIGOTO, diretor do Patronato Penitenciário sobre a parceria firmada com a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), em que condenados a penas alternativas serão selecionados para a capina e roçagem de terrenos, pintura de ruas e varrição.

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