O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''No momento do acidente, cheguei a pensar que nunca mais poderia pegar nada. Eu nem imaginava que as minhas mãos pudessem ser reimplantadas. O meu maior desejo é que tudo volte ao normal o quanto antes.''
Degilânio Verônica de Lima, morador de Apucarana que perdeu as mãos numa máquina de cortar couros há cinco meses, ao comemorar os primeiros movimentos com as mãos após o reimplante feito com sucesso pela equipe do médico londrinense Edson Takaki.
''Em 2009 vou tocar a minha vida para frente. O que mais quero fazer é passear um pouco, pois a hemodiálise não me permitia sair de Londrina. Também vou voltar para o meu trabalho.''
Marcos Antônio Feltran, mecânico que ''ganhou'' o rim da esposa e se livrou da rotina de hemodiálises, ao comentar seus planos daqui para frente.
''A população londrinense só tem despertado para casos isolados e mais traumáticos, sendo que tem dezenas de familiares sofrendo a morte de alguém quase todo dia.''
Cláudio Espiga, presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Londrina, ao cobrar uma mobilização maior da sociedade com relação ao aumento da criminalidade na cidade.





