O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Já tinha visto fotos mas não achei que fosse assim, tão diferente. Achei as lanternas japonesas lindas e também gostei da fonte. Vou fazer várias fotos para mostrar para os amigos e colocar no Orkut.''
Suzane Teodoro, arrecadadora de pedágio que mora em Sertanópolis e aproveitou a estadia em Londrina para visitar a Praça da Imigração Japonesa Tomi Nakagawa, ao falar de sua admiração pelo novo ponto turístico da cidade.
''Comecei a comprar vasos e me encantei. Tomei gosto por ver crescer, florescer. Posso deixar de comprar coisas para mim, mas plantas não.''
Gislaine Varago Farth, dona de casa em Londrina, ao admitir-se uma ''viciada'' em plantas e não medir esforços para comprá-las.
''Há uma herança pesada de indistinção entre o público e o privado. As pessoas acham natural que se aproprie privadamente do bem público.''
Eliane Superti, socióloga da Universidade Federal do Amapá que participou de um ciclo de Estudos em Londrina, ao cobrar um posicionamento mais firme da sociedade em relação à corrupção política.





