O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Depois que me acidentei e fiquei paraplégico, me sentia um completo inútil, sem poder fazer nada. Hoje, minha saúde melhorou, meu corpo ficou mais resistente e minha cabeça é outra.''
Alexandre Oliveira, paratleta que integra o time de basquete em cadeiras de rodas da Universidade Estadual de Londrina, ao comentar a nova motivação após iniciar a prática do esporte.
''Não daria um tostão na campanha eleitoral de qualquer político, eles não merecem. Mas ajudaria pessoas que necessitam comprar medicamentos e não têm como. Investiria meu dinheiro e ajudaria pessoas que quisessem estudar.''
Nelson Augusto dos Santos, motorista em Londrina, ao responder o que faria se ganhasse o prêmio de mais de R$ 50 milhões da mega-sena acumulada.
''Nos primeiros dois anos não dá para esperar muita coisa (resultados), porque é o tempo que precisaremos para arrumar a casa, isto é, estruturar e fazer o Londrina andar para frente. Minha meta em dez anos é colocar o Londrina na Série A.''
Adir Leme da Silva, empresário paulista que assinou contrato como gestor do Londrina pelos próximos três anos, ao falar da meta ambiciosa de levar o clube, que hoje não está nem na quarta divisão nacional, à elite do futebol brasileiro na próxima década.





