O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''O governo tem que se conscientizar que dar colírios não é um favor, mas uma obrigação''.
José Abdon da Silva, 74 anos, portador de glaucoma que gasta R$ 180 mensais com a compra de colírios e comprimidos para controle da doença, criticando a decisão do TRF de suspender a obrigatoriedade da administração pública de fornecer remédios.
''Danzig já tinha mais de mil anos de existência, era uma cidade de primeiro mundo. Lá a gente tinha telefone com DDD, bonde com porta elétricas e outras coisas que facilitavam a vida da gente. Quando chegamos aqui foi um susto. Só havia mata, muitas árvores, tudo fechado. Foi até engraçado''.
Ronald Tkotz, 90 anos, lembrando da saída da cidade alemã Danzig e da chegada da família em Cambé, no final da década de 1930.
NO MUNDO
''Claro que lembrei do meu tio quando subi no pódio, mas especialmente na hora do champanhe, porque a primeira coisa que me falaram foi para estourar para frente. Acho que lembraram de quando ele estourou o champanhe para trás e molhou os príncipes. Devem ter imaginado que era coisa de família''.
Bruno Senna, 24 anos, após vencer em Mônaco a quinta etapa da GP2, categoria de acesso à F-1 e se referir ao tio Ayrton Senna, que venceu seis corridas no Principado, o maior ganhador nas tortuosas ruas de Mônaco.





