NO PARANÁ
''Se o empresariado se acomoda, permite que outros agentes se sobressaiam. Por isso, ele deve se mexer na defesa de seus interesses e, inclusive, agir como um legítimo participante do jogo político.''
Sérgio Gini, sociólogo e autor do livro recém-lançado ''A construção da hegemonia empresarial nos 10 anos que mudaram Maringá (1994-2004)'', ao afirmar que o empresariado não pode apenas defender seus interesses.
NO BRASIL
''O que estão querendo fazer é tentar inibir o Ministério Público de propor
ações contra os ladrões do erário público.''
José Carlos Cosenzo, presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), ao criticar o projeto do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) que propõe punição aos procuradores e promotores que entrarem com ação por improbidade administrativa, ação popular ou ação civil pública e o juiz considerar que houve má-fé, perseguição política ou interesse de promoção pessoal do membro do Ministério Público.

''O projeto é um veneno para o Ministério Público. A pretexto de coibir os abusos, vai inibir as boas iniciativas do Ministério Público. A dose do remédio foi excessiva''
Flávio Dino, deputado federal pelo PCdoB-MA, ao prever que se o projeto do deputado Maluf vire lei vai inibir a atuação dos promotores.

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