O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Antes de adquirir o hábito da leitura tinha dificuldades para articular as palavras e frequentemente esquecia o que iria falar.''
Bruna Grossi Leal, nove anos, estudante em Londrina, ao comentar a melhoria nos estudos após incrementar a leitura.
''Eu acho que quem comprou também está errado, porque dá para ver que é márea irregular. Mas o pior é o poder público: como é que pode vender a rua?. Não entra na cabeça da gente um dirigente permitir uma coisa dessa.''
Jorge Hitoshi Kaiamori, 81, aposentado em Londrina que procurou a FOLHA para denunciar a construção irregular de túmulos nas ruas de circulação do Cemitério São Pedro, ao lamentar o descaso do poder público na fiscalização da autarquia que administra os cemitérios da cidade.
''O que vemos é o consumo aumentar, o narcotráfico aumentar. Não dá mais para fingir que dá para resolver o problema só com polícia.''
Pedro Bodê, sociólogo coordenador do Núcleo de Estudos de Segurança Pública e Direitos Humanos da Universidade Federal do Paraná (UFPR), ao afirmar que a probição da marcha da maconha é um ''golpe contra o direito de expressão''.





