NO PARANÁ

''Publicamos a pesquisa em 2005, no entanto boa parte das pessoas que está fazendo uso de tal medicamento não teve acesso a essa informação. Sei de casos de mulheres que tomam o femproporex durante a gravidez para não ficarem gordas no período de gestação. É um absurdo.''
Maria José Salles de Faria, professora responsável pelo laboratório de Biologia da Universidade Estadual de Londrina que pesquisou os efeitos maléficos do femproporex, ao alertar que o uso do medicamento na gestação pode causar malformação fetal.

''O efeito que esse medicamento causa não é nem o 'sanfona', é o efeito 'espiral', pois o paciente fica mais pesado do que antes de começar a utilizar o remédio. É uma ilusão.''
Guilherme Marquezine, endocrinologista em Londrina, ao apontar o uso ilusório do femproporex.

''A gente quer dialogar e ninguém quer brigar com ninguém. Mas vamos ficar aqui para o que der e vier.''
Robson Pereira dos Santos, líder comunitário em Londrina que cadastrou mais de 200 famílias que estão construindo barracos num terreno particular na Zona Sul, ao afirmar a disposição de lutar para ficar no local.

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