NO PARANÁ
''Já fui apelidada de gordinha e me senti rejeitada. Ninguém queria brincar comigo. A pessoa tem que saber o limite do outro. Devo tratar o próximo da mesma forma como gostaria de ser tratada.''
Sabrina Sales, 15 anos, estudante em Londrina vítima do chamado, bullying (termo em inglês que significa tiranizar, intimidar), ao contar como se sentiu ao receber um apelido e ser rejeitada pelos colegas.

''O objetivo é combater o comportamento agressivo, o pré-julgamento, oportunizando às pessoas se conhecerem melhor e resolverem suas questões.''

Milene Ferrazza Thomas, psicóloga que coordena o programa ''Seja a Mudança'' no Colégio de Aplicação em Londrina, ao explicar a dinâmica de grupo realizada com os alunos para debater o chamado bullying que redundam em humilhação, constrangimento, apelido, intimidação, perseguição e agressão física.
''A mesada funciona se for dada na hora certa e na dose certa. Se a criança vai mal na escola é preciso descobrir a causa e não a subornar para isso.''
Cássia D'Aquino, escritora e especialista em educação financeira em Curitiba, ao criticar os pais pelo pagamento indiscriminado de mesada às crianças.

mockup