O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Na hora que eu vi as imagens até imaginei que pudesse ser um feto, mas descartei na hora e falei pro médico que não era possível. Ele olhou pra mim e disse que eu estava grávida sim e que era de três. Eu não vejo a hora de ver o rostinho delas.''
Márcia Cristina Broiani Martioli, 37 anos, mãe de quatro filhos do Distrito Tupinambá, em Astorga, ao relembrar o espanto quando soube que estava grávida de trigêmeas mesmo após ter sofrido uma laqueadura.
''Dinheiro não, mas outra espécie de prêmio pode ser benéfica. Na escola do meu filho, os professores avaliam o desempenho das crianças e recompensam o aluno destaque e o aluno dedicação com estojo, livros, lápis de cor, etc. Dessa maneira, estimulam o interesse pelos estudos.''
Marilena Domingos Couto Benedito, técnica em saúde pública em Londrina, ao responder se acha correto recompensar os melhores alunos de escolas públicas com dinheiro ou presentes.
''Trabalhamos com alunos com déficit de aprendizagem e tudo o que eles precisam é de atenção, concentração e aqui é impossível. Eles têm dificuldade em estudar, mas sem as aulas é pior.''
Renata Caobianco, psicopedagoga na Escola Municipal Leônidas Sobrinho Porto no Jardim Leonor em Londrina, ao criticar o atraso na reforma da escola que obriga alunos e professores de turmas diferentes ocuparem uma mesma sala separada apenas por amários e até mesmo estudarem no pátio.





