NO PARANÁ

‘‘Vale ressaltar o que sempre digo: se a pessoa quer ficar longe de conflitos, é melhor morrer. Só quem está no cemitério está livre dos conflitos. Emoções soterradas têm vazão de alguma forma. Por isso, hoje vemos os índices de depressão e síndrome do pânico extrapolarem’’ Sonia Vaz, psicóloga, explicando que fugir ou fingir emoções só vai levar as pessoas a um processo posterior de somatização


‘‘O Brasil precisa aplicar a fórmula da quantidade com qualidade na educação para que esse cenário caótico seja transformado. Enquanto só tivermos quantidade, não evoluiremos’’ Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna, preocupada com o excessivo número de estudantes que repetem o ano nas escolas brasileiras

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