O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Todos terão direito à ampla defesa; ninguém será colocado na fogueira. Pode até ser que o resultado não seja o que a sociedade gostaria, mas não vamos mudar uma vírgula da verdade.''
Luiz Carlos Tamarozzi (PTB), relator da Comissão de Ética da Câmara de Londrina que vai investigar o vereador Henrique Barros (PMDB) denunciado pelo Ministério Público por formação de quadrilha e concussão, ao garantir seriedade nos trabalhos da Comissão.
''Ele sempre soube que era um trabalho de risco, mas gostava do que fazia. Era um cara muito correto, inteligente e assim como outros colegas, era famoso por 'dar o bote certo' e flagrar drogas dentro da PEL.''
José Gonçalves Neto, irmão do agente penitenciário Francisco Gonçalves Filho executado com 19 disparos de pistola e revólver calibre 38 quando chegava em casa com os filhos na terça-feira, ao falar sobre o trabalho do irmão na Penitenciária Estadual de Londrina (PEL).
''Sentimos que o que fica é a impunidade. Desse jeito, outros casos podem acontecer também porque para os bandidos acaba ficando fácil.''
Márcia de Souza Marchetti, viúva do agente penitenciário Luiz Carlos Marquetti morto a tiros em junho do ano passado em Londrina, ao lamentar a falta de punição aos assassinos do marido.





