O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Acho que as armas devem ser todas destruídas. Podem ser entregues para a polícia de volta, mas desde que sejam cadastradas e bem registradas para que não haja problemas delas voltarem para mãos de criminosos.''
Valter Roberto, vendedor em Londrina, ao ser questionado sobre o que deve ser feito com as armas apreendidas.
''As coisas estão se invertendo: os jovens morrem e os velhos vão ficando por aqui.''
Terezinha Ferreira de Souza, dona de casa moradora do Jardim Itália chamado de ''Iraque'', ao comentar a violência e as mortes causadas pelo tráfico de drogas no bairro localizado na periferia de Rolândia.
''Nossa vida é um inferno, Deus que me perdoe. Estamos vivendo um pesadelo. A minha vida acabou. A droga para mim é uma coisa amaldiçoada e se eu pudesse eu acabava com tudo.''
Lúcia (nome fictício), 45 anos, que decidiu acorrentar o filho de 19 anos viciado em crack para não vê-lo morto por traficantes em Rolândia, ao falar sobre o drama da família que não consegue ajudar o jovem a se livrar do vício.





