NO PARANÁ

''Os alunos já sabem que mesmo com nota ruim vão ser aprovados. Minha preocupação é com o futuro destes jovens. Não estamos formando cidadãos, os jovens que estão saindo destas escolas não têm discernimento, senso crítico. A situação é muito grave. Sinto que meu filho daqui uns anos vai continuar escrevendo errado, não vai ser capaz sequer de escrever uma redação.''
Marcelo José Grandi Martins, funcionário de hotel em Londrina, ao explicar por que ficou revoltado com a aprovação do filho de 12 anos pelo conselho de classe mesmo tendo notas ruins o ano todo.

''Ele tem todo o direito de cobrar outra postura da escola. A preocupação maior é se esta criança tem bagagem e conteúdo suficiente para dar conta dos desafios que virão com os anos.''
Maria Aparecida Saporetti, psicopedagoga em Londrina, ao dar razão ao funcionário de hotel Marcelo Martins que discordou da aprovação do filho.

NO MUNDO

''Quando a poeira baixou, vi corpos mutilados sobre poças de sangue. Nunca vi nada tão horrível em toda a minha vida.''
Mirza Fahin, professora em Rawalpindi no Pasquitão, ao relatar o horror presenciado após o ataque terrorista que matou a ex-primeira-ministra paquistanesa Benazir Bhutto.

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