NO PARANÁ

''Cada um tem um dom e o meu é ser doador de sangue. As pessoas têm de doar porque quem doa sangue dá a vida pelo próximo.''
Admizio Raimundo de Souza, o ''Pernambuco'', vendedor de livros em Cambé que há 40 anos doa sangue, ao comentar o seu ato de amor ao próximo.

''Dói ver ele com isso mas prefiro isso do que ter que chorar em cima de um caixão. Estou fazendo isso por amor. É duro escutar o barulho dele arrastando essa corrente, mas foi o que veio no meu coração de mãe.''
Mãe de três filhos em Rolândia que decidiu acorrentar o filho caçula de 19 anos viciado em crack e jurado de morte, ao pedir ajuda para interná-lo numa instituição de recuperação de dependentes de drogas.

NO BRASIL

''Em nenhum momento passou pela minha cabeça trair o meu País. Nunca pensei em jogar pela seleção italiana. Para mim, sempre foi um orgulho muito grande defender a seleção brasileira.''
Ricardinho, levantador da seleção brasileira de vôlei, ao negar que tenha pensado em defender a Itália se conseguir a cidadania italiana.

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