O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Ali acabou minha depressão. Sempre precisava da ajuda de todos para ir nos lugares, ficava trancada em casa para não incomodar meus filhos. Me sentia isolada do mundo, e a carteira de motorista significou minha independência.''
Célia de Paula, auxiliar de enfermagem em Londrina que perdeu o movimento das pernas após ser atropelada em 2001, ao comemorar a chance de poder se locomover pela cidade após a obter a carteira de motorista.
''Que a morte de meu sobrinho sirva de exemplo para os dirigentes da Confederação Brasileira de Automobilismo e os organizadores de provas para melhorarem a segurança dos pilotos e dos autódromos no País.''
Milton Sperafico, tio do piloto paranaense Rafael Sperafico que domingo durante uma prova da Stock Car Light em São Paulo, ao cobrar mais segurança nas corridas no Brasil.
NO BRASIL
''Há um certo autoritarismo das polícias militares, por exemplo. Eles pensam que são a lei, que mandam, podem bater, prender, jogar uma menina na cela com mais de 30 presos para ser estuprada. Tortura nas delegacias é uma coisa normal e isso tem que acabar.''
Raphael Martinelli, líder sindical e organizador do 1º Congresso de Ex-Presos e Perseguidos Políticos, ao afirmar que o País ainda enfrenta resquícios da ditadura.





