O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''É duro, mas eu entregaria sim, ainda mais se esse crime fosse um assassinato, por exemplo, por ter outra mãe envolvida. Se foi cometido um erro, tem que ter um jeito de consertar.''
Nilcéia Almeida, artesã em Londrina, ao ser questionada se entregaria o próprio filho à polícia se ele cometesse algum crime.
''Minha filha era uma menina maravilhosa, sempre nos ligava avisando se ia demorar ou não. Eu quero muito que quem fez isso seja encontrado e preso.''
Luis Carlos Rossi, comerciante e pai da estudante Amanda Rossi assassinada sábado à noite no campus da Universidade Norte do Paraná (Unopar) em Londrina, ao cobrar a prisão e punição do assassino da filha.
''O rio foi meu patrão esses anos todos, ele me deu tudo, só não tenho estudo, mas o rio me ensinou tudo que eu sei, a nadar, pescar, tirar gente da água, ser educado, respeitar a natureza.''
Joaquim Custódio da Silva, o Traíra, um dos três personagens da história de Bandeirantes pesquisados por estudantes da cidade, ao falar de sua relação com os rios da região onde já mergulhou dezenas de vezes para salvar pessoas ou resgatar corpos das águas sem receber nada em troca.





