NO PARANÁ

''Tenho uma mãe de idade que é supercarinhosa comigo e tento ser amigável pelo que aprendi em casa. Ajudar um idoso é gratificante, pois quando envelhecer quero ter pessoas assim do meu lado. Estou ciente que um dia vou ficar velho.''
Jairo Aparecido Júnior Donato, taxista em Londrina que se especializou em transportar idosos, ao explicar por que dedica tamanha atenção aos seus clientes.

''Não usar drogas, ter uma boa alimentação, dormir cedo. Comer o essencial, sem exageros, e caminhar bastante. Minha mãe tem 90 anos e com esses hábitos eu quero chegar lá também.''
Dionizia Aparecida dos Santos, aposentada em Londrina, ao responder o que é preciso fazer na juventude para ter qualidade de vida na velhice.

''É um projeto para restaurar vidas. Parece que o governo federal aqui no Brasil não ajuda muito nesse tipo de ação.''
Tetsuya Naito, funcionário do consulado do Japão que supervisiona a Assistência aos Projetos Comunitários (APC) do governo japonês no Brasil e conferiu o trabalho da ONG Esperança na Vila Marízia, em Londrina, ao constatar o pouco apoio do poder público brasileiro aos recicladores de lixo.

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