NO PARANÁ

''As mulheres geralmente preferem que a motorista seja outra mulher. Acham mais seguro, sem falar que o carro está sempre mais cheiroso, limpinho. Entre os homens, alguns ainda carregam preconceito. Vêem que é mulher e acham que vão chegar atrasado no compromisso, mas depois percebem que não nada a ver.''
Keity Cristiane da Rocha, 30 anos, taxista em Londrina há quase três anos, ao afirmar que o fato de ser mulher lhe traz mais vantagens do que desvantagens na profissão.

''Entregávamos doces para as crianças, mas queria poder fazer algo mais. Então, pensei em preparar uma boa macarronada, assim toda a família podia participar e ter um dia alegre e gostoso. Enquanto eu tiver condições, sirvo o almoço.''
Lázaro Liberato de Oliveira, comerciante em Florestópolis que há 12 anos distribui doces e agora faz almoço para mais de 500 crianças, ao comentar sobre o nobre gesto de ajudar os menores carentes da cidade.

NO BRASIL

''Não tenho aposentadoria da Câmara e trabalho porque preciso de dinheiro para me sustentar.''
Nilson Gibson, 72 anos, ex-deputado (PSB-PE) que integra a chamada bancada dos ''mortos muito vivos'' composta por ex-parlamentares que arranjaram um cargo em comissão na Câmara dos Deputados, ao tentar justificar por que ainda trabalha na Casa recebendo salário de R$ 8,7 mil mensais.

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