O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''O que me deixa chateado é que as pessoas pensam que não é possível fazer nada sem enxergar. Porém, o cérebro do deficiente visual se adapta, a audição e o olfato se desenvolvem. Temos capacidade para muitas coisas.''
Michael Bráz Veigas, deficiente visual total e estudante de Direito em Londrina, ao criticar o preconceito que ainda cerca o deficiente visual.
''As pessoas não conhecem seus direitos. No entanto, a sociedade tem de se preocupar com todos. Reconhecer e valorizar as diferenças é quebrar paradigmas.''
Martinha Claret Dutra, membro do Conselho Nacional da Pessoa com Deficiência em Londrina, ao defender maior divulgação da lei de inclusão e acessibilidade das pessoas com deficiência física.
''Levanto às 5 horas para trabalhar. Fico muito cansado, pois não consigo dormir aqui no ônibus por ter que viajar em pé. Todos os dias vou para a faculdade com medo.''
Lauro Henrique Balduíno, estudante que mora em Florestópolis e viaja todos os dias num ônibus superlotado para estudar em Londrina, ao comentar o drama enfrentado para poder se graduar em uma universidade.





