O QUE FOI DITO
Não tenho condições de bancar um museu que fique aberto o tempo todo a qualquer pessoa, porém escolas e outras instituições sempre poderão visitar, com hora marcada, sem custo nenhum. Também quero dar aulas sobre conhecimentos gerais para a meninada de Primeiro de Maio.
José Luiz Martini, de 46 anos, agricultor, artesão e filósofo, que estrutura as bases de um museu em Primeiro de Maio.
Muita gente ainda acha que a Ong existe para cafetinar mulheres. A gente quer trabalhar a autoestima destas mulheres para que elas tenham os direitos respeitados e possam, da melhor maneira possível, contribuir com seu município, seu país. Mas a discriminação ainda é muito grande. A própria sociedade que utiliza nossos serviços na calada da noite, durante o dia faz questão de nos recriminar.
Arinéia Gonçalves, presidente da União Maringaense das Profissionais do Sexo, falando sobre preconceito e luta pela qualidade de vida das prostitutas.





