NO PARANÁ

''Quando sofri o acidente queriam me aposentar por invalidez aos 22 anos, mas eu me recusei e fui à luta. Hoje já recuperei grande parte dos movimentos do braço, trabalho, estudo, dirijo, levo uma vida normal.''
Marcos Fernando Leite, bancário em Londrina que há quatro anos sofreu um acidente de moto e ficou com uma lesão no braço direito, ao falar da sua determinação em não se abater com a deficiência.

''Alguns deficientes preferem ficar em casa, dependentes do dinheiro pago pelo governo.''
Eliane Violante Striquer, auxiliar do departamento de pessoal da Associação dos Deficientes Físicos de Londrina, ao afirmar que as dificuldades de locomoção, preconceito e baixos salários afastam muitos deficientes do mercado de trabalho.

''Atualmente, nem 10 professores Antônio Cândido (um dos maiores intelectuais do País) conseguiriam manter o aluno em sala de aula todo o tempo porque o conteúdo das disciplinas está muito distante do interesse dos estudantes.''
José Mário Angeli, professor de Filosofia na Universidade Estadual de Londrina, ao comentar a queda na assiduidade dos universitários em determinadas disciplinas.

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