O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Nunca gostei de ficar parado. Acho melhor fazer alguma coisa do que ficar com a cabeça vazia.''
Luiz Carlos Dias dos Santos, flanelinha em Londrina, ao explicar por que decidiu fazer crochê enquanto toma conta de motos no centro da cidade.
''Eu não aguento mais trabalhar na roça ou de doméstica, fazer crochê foi um serviço que Deus me ensinou.''
Irene Barbosa Ramalho, pensionista em Londrina que engrossa o mercado informal vendendo chapéus de crochê no centro da cidade, ao afirmar que a atividade é uma fonte de renda para ajudar a bancar o custo dos remédios que toma.
''Para a gente ter mais tempo de sobrevida, ter mais energia para o futuro e garantir uma vida mais digna para nossos descendentes, nós precisamos consumir menos agora.''
Cláudio José Jorge, presidente da ONG Fundação Verde em Maringá, ao defender a redução do consumo para evitar mais danos ao meio ambiente.





